Sexta-feira, 11 de Agosto de 2006

A Laranja Portista!!!!!

Portsmouth-F.C. Porto, 1-2: Um fogo muito laranja

Um estádio em ebulição, um adversário agressivo, um desafio de ritmos elevados. Eis a síntese do primeiro teste do F.C. Porto em Inglaterra, os traços mais fortes de uma exigência elevada, de um obstáculo que o Dragão contornou com classe e frieza, num misto de competência, querer e qualidade. Portsmouth ficou a conhecer o campeão português.

Fratton Park ganha vida ruidosa sempre que a sua equipa entra em campo. É o típico cenário inglês, com loucura generalizada e aplausos infindáveis para a fibra. Esta quinta-feira, todavia, Fratton Park teve de ser render à magia, ao perfume do futebol ofensivo. Hoje, foi a chama que reinou. O fogo laranja que o F.C. Porto espalhou pelo terreno.

Um tiro de Anderson e a infelicidade de Bosingwa, num momento de finalização isolada, materializaram a superioridade portista aos primeiros pontapés. O F.C. Porto entrara dominador, portanto o festejo parecia inevitável. E surgiria pelo pé direito de Lisandro Lopez, que teve toda a tranquilidade do mundo na hora de contornar o guarda-redes contrário e despachar para a rede.

A vantagem podia ter sido duplicada minutos depois pelo mesmo protagonista, mas valeu ao Portsmouth a boa defesa do guarda-redes. O F.C. Porto suportava o seu jogo numa pressão muito alta e na qualidade atacante dos seus atletas. O bloco estava consistente, com uma retaguarda robusta e um carrossel ofensivo de acelerações repetidas.

De bola parada, porém, equipa da casa forçou um equilíbrio no marcador que o seu futebol não deferia, um momento de fortuna imerecida e inexplicável. E seria este o cenário até ao intervalo. Para tristeza das várias dezenas de portistas que tentavam apoiar o F.C. Porto num recinto lotado de um azul e branco pouco favorável.

Vieirinha, pouco depois do reatamento, podia ter recolocado o F.C. Porto na frente. Era um lance perfeito. O golo, todavia, não tardaria. Cech apostou forte num livre de meia-distância e rematou em arco. A bola tabelou num defesa e só parou no fundo da baliza.

O laranja estava cada vez mais vivo, uma chama mais espicaçada do que nunca. Anderson, num arranque irresistível, desperdiçou um golo que parecia certo e Tarik, num tiro cruzado, ficou pertíssimo da fatalidade. O F.C. Porto continuava em alta. O Portsmouth, por mais que os seus adeptos berrassem, não tinha argumentos. O teste tinha sido ultrapassado.

                                                                                                              


publicado por mdl às 11:46
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1 comentário:
De lucho a 11 de Agosto de 2006 às 14:40
Mais um belo jogo do fcporto...e mais um festival de anderson!


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